Spider-Man: Far from Home chega ao grande ecrã

Spider-Man: Far from Home chega ao grande ecrã

Spider-Man, é um herói que todos temos como um jovem que veste o fato para proteger as ruas de Nova York. Porém esta amigável aranha é já uma personagem com 53 anos.

Faz a sua primeira aparição em 1962 na mítica Amazing Fantasy #15 e tornou-se rapidamente no maior caso de sucesso da Marvel Comics. Criado por Stan Lee e Steve Dikto tendo em mente o público adolescente que na altura tinha um interesse crescente em banda-desenhada. Hoje em dia é uma figura icónica.

Capa da Amazing Fantasy #15 por Jack Kirgy e Steve Dikto

 

Esta primeira aparição surge como história isolada, destinada apenas a testar as águas. As vendas, aferidas meses mais tarde, mostravam o sucesso do Spider-Man. Ainda passaram mais alguns meses no desenvolvimento da personagem até que finalmente em 1963 ganha o seu próprio título.

Título esse que viria a ser um dos mais importantes de sempre da editora Norte-Americana e que adoptou, da Amazing Fantasy, parte do nome e sai para as bancas como “The Amazing Spider-Man”.

 

Quem é o Spider-Man

Numa época em que se popularizavam os super-heróis adolescentes como ajudantes de um super-herói adulto, o Spider-Man aparece como tendo muitas das qualidades que caracterizavam estes ajudantes mas tornava-as em algo mais.

Peter Parker é um jovem adolescente que perdeu cedo os pais, para um acidente de avião, adoptado pelos seus tios(Ben e May Parker), um casal já algo idoso e sem filhos que acolhe Peter como se fosse seu filho. Por não saber ao certo o que tinha sucedido aos seus pais Peter desenvolveu uma necessidade grande de que os seus tios se orgulhassem dele, especialmente Ben.

 

Spider-Man por Todd McFarlane

 

É também um adolescente franzino, desengonçado, com um profundo amor por ficção cientifica, banda-desenhada e sem qualquer habilidade atlética, é epítome do geek. Durante uma visita de estudo a uma exposição de Ciência é mordido por uma aranha radioactiva.

Como resultado deste acidente Peter ganha agilidade e força de aranha proporcional ao seu tamanho assim como a habilidade de trepar paredes. Os lançadores de teias por sua vez são fruto do seu conhecimento cientifico. Um dos poderes mais vezes ignorado quando pensamos no Spider-Man é o seu fantástico sentido aranha, este em conjunto com os seus reflexo super rápidos permitem que saia ileso das mais diversas situações de perigo.

O facto de ser uma personagem tão relacionável foi determinante para um sucesso de longa data deste super-herói e em maior parte das suas a aparições. É um jovem estudante que tem de trabalhar para pagar os estudos. Para além disso é um brilhante cientista e um rapaz inseguro nas suas relações.

Um super-herói que hoje nos parece absolutamente natural foi, na época de lançamento, uma jogada ousada que trouxe a publico uma abordagem completamente diferente do padrão de então. Um super-herói que é em tudo humano, com falhas, preocupações e inseguranças como todos os outros. Foi isto que fez com que fosse imediatamente adoptado por muitos e pela mesma razão vai mantendo o sucesso ao longo de décadas.

 

Videojogos, cinema, animação e brinquedos

O Spider-Man tornou-se numa das mais rentáveis personagens de Banda-desenhada, e foi figurando em inúmeros produtos ao longo dos anos desde séries televisivas, filmes, figuras de acção e inúmeros outros brinquedos como os Pop figures e Lego.

Teve também várias vidas nos videojogos a começar em 1982 no primeiro jogo intitulado: Spider-Man. Publicado por Parker Brothers para a Atari 2600. Durante os anos 90 muitos jogos foram publicados com Spider-Man alguns deles com sucesso. Nos finas dos anos 90 a Marvel sentiu grande dificuldades e tremeu o que coincide com um hiato de publicações de produtos relacionados nesta altura.

O virar de milénio foi crucial para o renascimento em força da editora. Começaram a ser lançados planos para uma abordagem séria ao cinema e vimos novamente videojogos que figuram o aracnídeo. Em 2002 o lançamento do filme Spider-Man fez-se acompanhar pelo respectivo jogo desenvolvido pela Treyarch.

Vários outros jogos foram surgindo agora que a Marvel gozava de um novo fôlego mas de todos eles é preciso sublinhar o jogo de 2018 Marvel’s Spider-Man, desenvolvido pela Insomniac, exclusivamente para PS4. Tem sido aclamado como um dos melhores jogos de super-heróis de sempre e inclusive foi forte candidato a jogo do ano. Apenas foi batido por outros exclusivos da playstation como God of War e Red Dead Redemption 2.

 

Um jogo em mundo aberto que nos dá uma nova perspectiva de atravessar uma cidade a balançar de teia em teia.

 

Chegada ao grande ecrã – primeira trilogia

Em 2002 é lançado o primeiro filme desta trilogia dirigida por Sam Raimi e com Toby Maguire no principal papel. Somos levados a uma interpretação da origem do herói na banda-desenhada adaptando a mesma a uma realidade cinematográfica.

Primeiro filme com Toby Maguire e Kirsten Dunst

Peter torna-se no Spider-Man quando mordido por uma aranha radioactiva mas desta feita o cenário é a Oscorp, liderada por Norman Osborn que se torna no Duende Verde vilão neste primeiro capítulo.

Tentando adaptar-se à nova realidade, Peter aprende responsabilidade enquanto lida com os seus recém adquiridos poderes.

2004 lançamento do segundo filme: Spider-Man 2. Peter luta com a dificuldade de levar uma vida dupla e com o peso de uma opinião pública desfavorável em relação ao super-herói. Marca o aparecimento no grande ecrã de um dos mais importantes vilões o Dr. Octopus.

Spider-Man 3 chega em 2007 e marca o fim desta trilogia. Peter debate-se com o desejo de vingança contra o homem que matou o seu tio Ben: Flint Marko que se transforma no poderoso Sandman.

Aparece também uma versão do famoso fato simbionte que nos dá um Spider-Man trajado de preto e que abre espaço para introduzir Venom.

Foi uma trilogia muito bem recebida quer por críticos quer em termos de bilheteira. Foi crucial na abertura de espaço para o género de super-heróis se firmar fortemente no cinema.

 

Primeiro Reboot da série: The Amazing Spider-Man

Dez anos passados(2012) temos um reboot dirigido por Marc Webb com Andrew Garfield no principal papel. Em termos de história este filme revisita vários aspectos já abordados na série anterior. Introduz o Dr. Kurt Connors(o Lagarto), apesar de várias inconsistências narrativas o filme foi bem recebido e teve sucesso nas bilheteiras.

Em 2014 sai o segundo filme desta série que estava na altura planeada para ser de vários filmes incluindo spinoff. Apesar do seu sucesso comercial não passou da segunda entrada.

Os três actores que deram vida ao herói no grande ecrã

 

Spider-Man chega ao MCU

Em 2016 é feito um acordo bombástico entre a Marvel Studios e a Sony (detentora dos direitos para cinema), que permite que Spider-Man se junte finalmente aos seus colegas Vingadores no MCU(MArvel Cinematic Universe)

E podemos afirmar que chega com enorme sucesso arrecadando mais de 880 milhões de US$, com muitas criticas positivas nomeadamente a Tom Holland que parece capturar a essência juvenil e algo inocente de um jovem Peter Parker.

Desta vez não temos qualquer tentativa de retratar, como em outras ocasiões, a origem canónica da personagem. Peter Parker tem uma relação com Tony Stark, que adopta o papel de mentor do jovem, que havia já sido estabelecida no filme Vingadores: Guerra Civil

Novo acto, novo fato

 

Neste filme Spider-Man luta nas ruas de Nova York contra o Abutre (Michael Keaton), que dirige um gang que vive das armas feitas a partir da tecnologia Chitauri deixada para trás no segundo filme dos Vingadores.

O segundo capitulo desta nova saga do aranhiço preferido de toda a gente, está a chegar e tem como titulo: Spider-Man: Far from Home

Este será o primeiro filme de MCU após End Game e coloca o Nick Fury junto a Spider-Man, num papel de mentor.

A expectativa é grande, felizmente não teremos de esperar muito. É recostar e encomendar as pipocas que o filme vai começar.

Spider-Man: Far from Home Venice

Fotos instantâneas: da Polaroid à Fujifilm Instax Mini Liplay

Fotos instantâneas: da Polaroid à Fujifilm Instax Mini Liplay

Fotos instantâneas da Polaroid à Fujifilm Instax Mini Liplay. Nem sempre foi uma realidade conseguir uma imagem sempre que queremos, mesmo para aqueles, apenas uma ou duas gerações atrás, a dificuldade era imensa.

Se pensarmos que a primeira fotografia registada data de 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce e só muito mais tarde tivemos fotografias disponiveis como produto acessível a todos.

Embora o crédito pela sua invenção não possa ser atribuído ao mesmo e sim a um processo de conhecimento colectivo que foi evoluindo ao longo dos tempos.

Polaroid e as fotografias instantâneas

Já em pleno século XX surgem as primeira máquinas de fotografia instantânea, que imprimiam de imediato as fotos dando resposta a um dilema que se vivia da revelação das fotografias ser um processo caro e demorado. A primeira destas foi inventada em 1923 por Samuel Shlafrock no entanto só em 1948 sai o primeiro modelo comercial inventado por Edwin Land para a Polaroid.

Estas câmaras foram um enorme sucesso durante anos pois simplificavam a vida de quem queria fotos no momento e tornaram-se um objecto trendy.

Esta foi uma realidade que conheceu o seu fim com a chegada das câmaras digitais e também devido a alguns factores de gestão na empresa.

Em 2008 a Polaroid estava fora do negócio com um produto que há muito já não encontrava afecto por parte dos consumidores.

Anos passados e volta a vontade de trazer fotos para o nosso quotidiano, a vontade de as ter como artefactos que vivem nos nossos lares.

Este novo fôlego, da fotografia como objecto traz consigo as máquinas instantâneas mais uma vez. Várias marcas tentam várias abordagens e hoje em dia é fácil conseguir ter um equipamento relativamente barato em casa de forma a decorar o nosso lar com várias fotos.

Fujifilm Instax Mini Liplay

Vamos hoje falar um pouco de um novo modelo da Fujifilm, a nova Instax Mini Liplay. Falamos dela porquê? Porque este novo modelo traz à gama Instax um produto Hibrido com câmera e Impressora num  produto compacto, que cabe apenas num bolso.

Para podermos, como outrora, fotografar e imprimir de imediato. Esta máquina tem um LCD que nos permite ver e escolher as fotos que queremos imprimir e apesar de não ter Zoom tem um tamanho compacto e permite alguns ajustes através da exposição.

Fujifilm Instax Mini Liplay

Uma câmara divertida, portátil e com muitas opções de filme para agradar a todos, há muitas opções no mercado e sem dúvida que esta é uma boa forma de começar.

A Fujifilm Instax Mini Liplay imprime em apenas 12 segundos, tem uma app que permite imprimir a partir do telemóvel e podes também gravar som com as tuas fotos.

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