Pneus do carro: 5 informações importantes para fazeres a melhor compra

Pneus do carro: 5 informações importantes para fazeres a melhor compra

Comprar pneus para o carro

Cada pneu possui, para além de um nome, siglas e especificações que nem toda a gente sabe muito bem o que significa. Para te ajudar a fazeres a melhor compra e a teres um carro com os melhores pneus de sempre, preparámos um guia com tudo o que precisas de saber.

 

1 – Medidas do pneu

Já reparaste que os pneus possuem um código impresso? Esses códigos é que indicam as medidas de cada modelo de pneu! Por sua vez, as medidas são definidas em largura, altura, diâmetro e índice de velocidade e toda a informação relativa a estas medidas estão especificadas no Documento Único Automóvel.

Vê abaixo um exemplo que te explica como podes identificar cada código no pneu que vais comprar!

   Pneus do carro: 5 informações importantes para fazeres a melhor compra

 

Já sabes as medidas dos pneus que vais comprar?
Na nossa secção de Pneus Automóveis vais encontrar os pneus que vão preencher as tuas medidas!

 

2 – Como ler as medidas do pneu?

As medidas do pneu, escritas na parte lateral, devem ser bem interpretadas. Por exemplo, a medida descrita desta forma: 195/65 R15 V, corresponde a:

  • 195: é a largura do pneu em milímetros;
  • 65: é a percentagem que corresponde à altura do pneu relativamente à largura. Neste exemplo, a altura é de 65% de 195 mm;
  • R: indica o tipo de estrutura do pneu. Esta letra é frequentemente omitida dado que a maioria dos pneus são radiais (R);
  • 15: corresponde ao diâmetro exterior da jante, expresso em polegadas, ou seja, 15 polegadas;
  • V: é o código que adverte sobre a velocidade máxima que um pneu pode suportar.

Caso apareça um número junto ao código de segurança, esse número representa o índice de carga. Ou seja, o peso máximo que os pneus podem aguentar.

 

3 – Índice de velocidade

O índice de velocidade de um pneu indica qual é a velocidade máxima para a qual esse pneu, em particular, foi legalmente aprovado. Esta medida, assegura que o pneu é adequado e seguro para a velocidade do carro onde será colocado. Essa medida pode ser identificada na parte lateral do pneu, depois do índice de carga!

Vê abaixo os índices de velocidade para os pneus mais comuns, velocidades e utilizações de veículo:

Comprar pneus para o carro

 

4 – Como escolher a jante do teu pneu?

O primeiro passo para escolheres a jante dos pneus é saber qual é o tamanho do aro, pois a jante vai presa a ele. No manual do carro está especificada todas as medidas de aro, que podem ser 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19 polegadas ou até maior.

Podes escolheres as jantes especificas para o teu carro ou universal. No entanto, lembra-te que, assim como os pneus, também há uma grande variedade de jantes. Há modelos que podem ser aparafusados, encaixando-se no carro por parafusos, ou de pressão, que se encaixam na roda por travamento. Se estás em dúvida entre estes dois tipos de jantes, ficas a saber que o modelo de pressão, caso esteja mal encaixado, corre o risco de escapar da roda, após uma forte travagem. Nesse sentido, se costumas dirigir por caminhos muito irregulares, essa pode não ser a melhor opção.

 

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5 – O que fazer para o pneu durar mais?

  • Calibra semanalmente e corretamente;
  • Faz cruzamento dos pneus (traseiro esquerdo para frontal direito e traseiro direito para frontal esquerda) ;
  • Evita acelerações e travagens bruscas.

 

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Como escolher a melhor sapatilha de corrida para cada tipo de passada

Como escolher a melhor sapatilha de corrida para cada tipo de passada

Como escolher a melhor sapatilha de corrida para cada tipo de passada

As sapatilhas de corrida têm, basicamente, duas funções: proteger os pés do esforço das passadas e permitir que o corredor desenvolva o máximo do seu potencial. Por isso, para além de beleza, marca e cor, a escolha de um par de sapatilhas deve recair sobre outros fatores como, por exemplo, o sistema de amortecimento e a flexibilidade na parte frontal da sola. Vamos a isso?

 

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1 – De quanto em quanto tempo tenho de comprar novas sapatilhas de corrida?

As sapatilhas de corrida têm uma durabilidade média de 800 a 1200 kms, o que significa que, se correr todos os dias, as tuas sapatilhas irão durar cerca de um ano.

 

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2 – Sistema de amortecimento

A eficiência do sistema de amortecimento evita que o corredor tenha problemas nas articulações, uma vez que o seu corpo ainda não está preparado para receber a sobrecarga.

 

3 – Flexibilidade na parte frontal da sola

A flexibilidade na parte frontal da sola de uma sapatilha de corrida tem as funções de melhorar a aderência, aumentar a sensibilidade e garantir conforto durante a corrida.

 

4 – Tipos de passada

Para além das especificações técnicas de cada sapatilha de corrida, a tua compra deve ser feita de acordo com o teu tipo de passada, que pode ser:

Passada neutra: a passada neutra caracteriza-se pelo apoio uniforme do pé no contato com o solo, não possuindo desvios nem para dentro e nem para fora. Para identificar se tens este tipo de passada, basta analisar se o desgaste das sapatilhas, já utilizadas, são uniformes.

Se tu tens uma passada neutra, aconselhamos-te a comprares uma sapatilha de corrida neutra e que te proporcione estabilidade.

Passada supinadora: a passada supinada é aquela em que o corredor utiliza a parte externa do pé e principalmente a área do dedo mindinho para se impulsionar. Possui um arco do pé acentuado, que fica evidente no teste do pé molhado, pois a ligação entre o calcanhar e a ponta do pé é muito fina ou quase não se tocam. Para identificar se tens este tipo de passada, basta analisar se o desgaste da sapatilha acontece na parte de fora da sola.

Esse tipo de passada possui pouca ou nenhuma flexibilidade porque não prona o suficiente. Por isso, tem baixa eficiência natural de absorção de impactos. Se tens esse tipo de passada, aconselhamos-te a comprares as sapatilhas de corrida mais flexíveis e as que têm alto grau de amortecimento, pois induzem o pé ao movimento de pronação.

Passada pronadora: a passada pronada é aquela em que o pé do corredor utiliza a ponta dos pés, principalmente o dedo grande do pé, para se impulsionar. Assim a planta do pé aparece com arco pequeno ou inexistente pois o pé tende a achatar em cada passada. Para identificar se tens este tipo de passada, basta analisar se o desgaste da sapatilha acontece na parte interna da sola!

O tipo de sapatilha adequada para corredores com este tipo de passada é aquela que garante maior controle de movimento, combinando estabilidade e amortecimento para evitar pronação excessiva.

 

5 – Check list antes de concluíres a compra da tua sapatilha de corrida:

  • Lembra-te que a sapatilha de maior valor nem sempre é o melhor para ti;
  • O tamanho das sapatilhas varia de acordo com a marca e o modelo. Por isso, aconselhamos-te que vejas o guia de tamanhos, na ficha de produto, da sapatilha que pretendes comprar;
  • A ponta do dedo nunca deve encostar na ponta da sapatilha de corrida, pois essa parte do calçado não cede. O ideal é que, entre a ponta e o dedo, tenha uma distância entre 1 e 1,4 cm (similar a um dedo);
  • Por norma, o número das sapatilhas de corrida deve ser um ou dois tamanhos acima de um par de sapatilhas de passeio, por exemplo;
  • As costuras da sapatilha não devem apertar ou ficar em cima de zonas que sofram muito atrito durante as passadas;
  • Para evitar bolhas, verifica se a sapatilha que vais comprar é macia e confortável;
  • A sola não deve ser alto demais para não desestabilizar o corpo, nem ter molas muito largas e separadas, que deixam os pés instáveis, podendo gerar lesões nos pés, joelhos e tendões;
  • Verifica se a altura do colarinho, na lateral do pé, está correta! O tornozelo precisar estar de fora;
  • Opta por comprar sapatilhas mais leves, pois as mais pesadas ou duras podem prejudicar os músculos e as articulações;
  • Existem sapatilhas para competições que são, por norma, muito leves, mas essa leveza sacrifica o amortecimento. Se tu és um corredor alto e pesado, não te aconselhamos que utilizes este tipo de sapatilha, mas se tu estás com o intuito de melhorar o tempo de corrida, vai em frente;
  • Experimenta a sapatilha no fim da tarde, pois à noite os pés tendem a ficar mais inchados. O mesmo acontece quando corres!
  • Com as sapatilhas nos pés, movimenta os dedos e sinta se há espaço suficiente para elas. Levanta e baixe o dedo grande no processo;
  • Valida o conforto das sapatilhas! Relaxa os pés e tente sentir como a curvatura deles se encaixam no calçado. Lembra-te que os pés não podem ficar nem muito esticados e nem muito encolhidos dentro da sapatilha, ok?
  • Depois de uma corrida, o amortecimento da sapatilha fica comprimida e deformada. Para voltar ao normal, ela precisa de 24 horas sem uso. Se tens o hábito de correr todos os dias, opta por comprar um segundo par e ir revezando.

 

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Como decorar a casa para o Outono: 10 ideias simples e práticas de decoração

Como decorar a casa para o Outono: 10 ideias simples e práticas de decoração

Como decorar a casa para o Outono: 10 ideias simples e práticas de decoração

Os dias de sol estão cada vez mais curto e o ar mais fresco, as janelas já ficam menos abertas e pelas camas já há cobertores e edredons… chegou o Outono! É necessário preparar a casa para enfrentar os meses mais frios do ano e para te inspirar, preparámos uma lista com várias ideias simples e práticas para decorar a casa no Outono.

Torna a tua casa tão aconchegante quanto a estação, a qual está a chegar!

 

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1 – Cores: O Outono pede cores mais ricas e mais aconchegantes, como os tons castanhos, laranjas, cobres, encarnados, rubis, entre outros, que podem ser facilmente incorporados pela casa, através dos tecidos e objetos decorativos. Mas, se tu preferes outras opções, longe dos castanhos e laranjas, explore o verde azeitona ou então um verde mais garrido!

2 – Flores: Inspira-te no Verão que está a acabar para manter a casa decorada com flores, mas dessa vez, utilize ramos de árvores com folhas secas, bagos e espigas de trigo secas para criar arranjos que são um verdadeiro reflexo do Outono. Coloque-os em cima de uma messa no hall de entrada, na mesa de centro da sala ou então em outros espaços da casa. Não há regras e nem exceção!

3 – Frutas: Organiza a tua fruteira com as mais deliciosas frutas do Outono, como as laranjas, dióspiros, maçãs, entre outras. Aproveita o período das castanhas e exponha um jarro de vidro ou um cesto com várias delas, na bancada da cozinha.

4 – Luz: Se puder, opta por uma iluminação mais baixa com candeeiros de chão, de  canto ou de mesa. As lâmpadas em tons mais quentes, como amarelas, são responsáveis por tornar o espaço mais confortável e aconchegante no Outono. Ah: lembra-te de usar lâmpadas LED! Estas gastam menos energia 😉

5 – Tapetes: Se durante o Verão, os tapetes mais pesados andaram escondidos, está na hora de voltar a expô-los pelo chão de diversos espaços da casa. Tecidos quentes e luxosos, como o veludo, lã, camurça, chenilha e tweed proporcionam um toque muito intimista. Sem esquecer os padrões como o axadrezado escocês ou os adamascados que são capazes de criar um ambiente muito mais aconchegante. Qual será a tua posta?

6 – Almofadas: Sempre presente nos espaços da casa, trocar as capas das almofadas é um truque simples e infalível para dar um novo estilo à decoração. Seja criativo e não limite o uso das almofadas exclusivamente aos sofás ou às camas! Coloque-as sobre um banco no banheiro, empilhadas no chão junto à lareira ou nas cadeiras da cozinha. Porque não?

7 – Mantas: Práticas, com diferentes cores, estampas e texturas, as mantas têm o poder de tornar qualquer espaço da casa mais aconchegante. Exponha em cima dos sofás ou poltronas, estenda aos pés da cama ou empilhe várias, num cesto de verga, num canto da sala ou próxima à lareira. Usá-las enquanto assiste um filme no Netflix ou enquanto lê um bom livro será sinónimo de um outono perfeito.

8 – Galeria de arte: Regista o cair das folhas, tão típico dos dias outonais, com a tua câmara digital, para criares uma galeria de arte pessoal do Outono visto pelos teus olhos. Teu quarto, o corredor da casa, o hall de entrada, o escritório e qualquer outro espaço poderá ser personalizado e decorado com as tuas fotos!

9 – Velas aromáticas: Queres uma forma simples de trazer o Outono para dentro de casa? Use velas aromáticas como baunilha, airela-vermelho, maçã e canela ou qualquer outro aroma. Do hall de entrada a casa de banho, não há espaço que fique sem um toque outonal.

10 – Varandas e espaços externos: Apesar dos dias serem mais frios, no Outono, o sol continua a aparecer. Isto significa que, o aproveitamento das varandas e dos jardins, com alguns ajustes, ainda se torna possível e agradável. Adequar um espaço exterior a esta época do ano é tão simples como colocar um tapete de sisal ou manta de retalhos no chão, decorar as cadeiras e poltronas com almofadas e mantas, ligar um aquecedor ou instalar uma salamandra de exterior para momentos memoráveis.

 

Gostaste das nossas ideias simples e práticas de decoração? Conta-nos! 🙂

Câmara digital compacta: 7 dicas para comprar o melhor modelo

Câmara digital compacta: 7 dicas para comprar o melhor modelo

Câmara digital compacta: 7 dicas para comprar o melhor modelo

Para muitos, o uso da câmara do smartphone é suficiente para registar as memórias, mas mesmo que as marcas venham a apresentar, ano após ano, modelos com câmaras cada vez mais eficientes, há sempre quem prefere utilizar uma câmara digital para evitar fotografias escuras, desfocadas, tremidas ou, simplesmente, sem qualidade.

Tu também pensas assim? Ótimo! Vê as nossas dicas para comprares uma câmara digital compacta para fotografar o mundo à tua volta.

 

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1 – Píxels

Engana-se quem pensa que quanto mais megapixel tem uma câmara digital, mais poderosa ela é. Sim, é verdade que ela influencia na qualidade final das fotografias, mas as outras características, descritas abaixo, também são tão importantes quanto.

Toda a imagem digital é composta de pxels! Isso significa que, quanto maior a resolução das fotografias, ou seja, quanto mais píxels ela apresentar, maior será o número de detalhes disponíveis no momento da captura com uma câmara digital compacta.

As resoluções de megapixel variam de modelo para modelo, mas, para garantir boas fotografias opta por comprar uma câmara digital acima de 13MP.

 

2 – Zoom

O zoom de uma câmara digital te permite tirar fotografias de longe, sem o risco de perder a qualidade da imagem. As câmaras digitais compactas, normalmente, têm um zoom que varia de 20 a 60x, o que é suficiente para fotografar em espaços de pequena dimensão.

 

3 – Peso

Se queres uma câmara digital leve como uma pena, lembra-te que, o peso pode influenciar na quantidade de zoom e outras características relevantes. Por outro lado, avalia as necessidades de uso da tua câmara, especialmente se tens a intenção de comprares uma máquina digital que possa levar sempre contigo.

 

4 – Display

É através do ecrã da câmara digital que, irá tirar e rever as fotografias, bem como, ajustar as configurações através do menu. Por norma, as câmaras digitais compactas possuem um LCD entre as 2.3 e as 3 polegadas (entre os 6 e os 7 cm). Alguns modelos possuem ecrã tátil e/ou rotativo que acabam por facilitar bastante o manuseio da câmara, principalmente para tirar fotografias que exigem um ângulo em particular ou então, os selfies.

 

5 – ISO

O ISO corresponde à sensibilidade do sensor da câmara à luz, ou seja, quanto maior for o ISO, mais luz o sensor consegue apanhar para tirar fotografias em locais de pouca luminosidade.

A maioria das câmaras digitais possuem o ISO é automático. Mas, se este não for o caso da tua câmara, lembra-te que podes e deves aumentar o ISO nas seguintes situações:

  • Desportos de interior, onde existe movimento e menos luz;
  • Concertos, onde existe movimento e não se pode usar flash;
  • Igrejas onde não tenha tripé e não possa usar o flash;
  • Festas e eventos em locais mais escuros onde não se pode usar flash.

No entanto, lembra-te que, o uso do ISO tem um custo, pois se for demasiado elevado, dependendo da câmara, a imagem corre o risco de ter muito ruído. Caso tenha as condições de iluminação ideais, aconselhamos-te a fotografar em ISO 100 ou então em modo automático.

Se optar por definir o teu ISO, terá de considerar o impacto que isso terá na abertura (f) e na velocidade do obturador (tempo de exposição) para obter a melhor exposição da fotografia. Por exemplo, se aumentar o ISO de 100 para 200 ou 400… perceberá que poderá fotografar com velocidades mais elevadas ou aberturas menores.

 

6 – Memória

O formato do cartão de memória varia consoante o modelo da câmara digital. À primeira vista, escolher um cartão pode parecer simples, mas alertamos-te que este acessório, para além da capacidade de guardar as tuas imagens, serve para ter agilidade ao fotografar. Por isso, invista num cartão de memória a partir de 16GB!

 

7 – Vídeo

Para além de fotografar, certamente, vais querer filmar, certo? Por isso, aconselhamos-te vivamente que procures por uma câmara que consiga gravar em HD, especialmente entre a resolução de 720p ou 1080p. Se tens a intenção de conectar a tua câmara a TV, para ver e rever os vídeos que gravou, verifica se o modelo que vais comprar tem uma saída HDMI.

 

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Como escolher um perfume: guia com 5 dicas para comprar a melhor fragrância

Como escolher um perfume: guia com 5 dicas para comprar a melhor fragrância

Como escolher um perfume

Embora a escolha de um perfume tenha um caráter muito pessoal, um aroma é capaz de destacar a personalidade e o estilo de vida de quem está o usar. No entanto, há outros pontos que deves levar em consideração, como por exemplo, em que ocasião irá usá-lo e em qual momento do dia.

Para te ajudar a escolheres o melhor perfume para ti, preparámos-te um guia completo!

 

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1 – Tipos de pele

Certamente, já deves ter reparado que, ao fim do dia, o aroma do teu perfume está diferente do que acabado de passar na pele, certo? Isto ocorre porque, a permanência do aroma e a evolução das notas, estão relacionadas ao grau de oleosidade da pele.

Pele morena ou negra
Normalmente, a pele morena ou negra é mais oleosa e por isso, a fragrância tem uma aderência maior. Notas orientais, cítricas ou florais leves são as mais indicadas para estes tipos de pele.

Pele clara ou branca
A pele clara ou branca tem uma superfície mais ressecada e, por isso, o aroma da fragrância evapora mais depressa. Em alternativa, se tu tens a pele clara, opta por escolheres um perfume com as composições densas de florais, amadeirados ou orientais.

 

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2 – Famílias olfativas

Há uma grande variedade de fragrâncias disponíveis no mercado, mas antes de correr o risco de ficar em dúvida sobre qual deves escolher, descubra qual das famílias olfativas mais te agrada.

Florais: como o próprio nome indica, as fragrâncias florais privilegiam as flores e são compostas por variações como almiscarado, amadeirado, aquático, fresco, oriental, entre outros.

Nossas sugestões:  Carolina Herrera 212 Sexy, Eternity femininoFantasy Britney Spears

 

Cítricos: são fragrâncias compostas, principalmente, por notas refrescantes como limão, laranja, maçã verde, entre outros. São perfeitos para o uso quotidiano e para locais de clima quente.

Nossas sugestões:  Laguna Salvador Dalí Eau de Toilette e CK One – CalvinKlein

 

Frutais: com presença marcante, são fragrâncias leves e adocicados, remetendo a frutas como maçã, kiwi, pêssego e morango. Tendem a agradar pessoas mais jovens!

Nossas sugestões: J’adore Eau de Parfum da Dior, Mulher Diesel e Mademoiselle Azzaro

 

Chiprés: é uma fragrância de carácter forte que combina o frescor dos cítricos ao fundo quente da madeira, terra e do musgo.

Nossas sugestões: Euphoria Mulher e Scandal Eau de Parfum

 

Orientais: considerada a mais intensa das experiências olfativas, as fragrâncias orientais têm na sua base a união divinal entre especiarias exóticas, como a pimenta, anis, canela, baunilha, entre outras e aromas florais.

Nossas sugestões: Angel Eau Sucrée

 

Aromáticos ou Fougère: é considerada a família olfativa mais complexa e é composta pela tríade básica de cítricos, lavanda e especiarias.

Nossas sugestões: Animale Black

 

Amadeirados: esta fragrância é composta pelas melhores madeiras para produzir aromas escaldantes, sedutores e mais secos, como pinho, sândalo e patchouli. São fragrâncias mais evidentes em perfumes masculinos!

Nossas sugestões: Versace Mulher e Narciso Eau de Parfum Feminino

 

3 – O que são as notas?

As notas referem-se às fragrâncias, como por exemplo de flores ou frutas, que um perfume possui e que o tornam único. Há três tipos de notas que são:

Notas de saída: sabes aquele aroma que tu sentes primeiro, assim que abre ou aplicas o perfume na pele? São as notas de saída que, são intensas por serem liberadas num primeiro momento, elas possuem uma durabilidade pequena, no máximo 15 minutos.

Notas de corpo: responsável por marcas a personalidade do perfume, as notas de corpo são mais encorpadas e envolventes. Elas são liberadas a partir do aquecimento da pele e duram por mais tempo. Elas são sentidas mesmo depois que tu já tenhas-te acostumado com o aroma!

Notas de fundo: é responsável pela fixação das fragrâncias na pele. No geral, elas são notas mais densas, mas a sua permanência varia de acordo com o tipo de pele e da composição do produto.

 

4 – Perfume, colónia, água de banho ou água de colónia?

O que diferencia um perfume, uma colónia e uma água de banho é a concentração da fragrância, ou seja, quanto mais diluída for, menor é a concentração e vice-versa. O perfume (parfum) tem concentração superior a 18%; a colónia (eau de parfum), entre 10 e 18%; as águas de banho (eau de toilette), entre 5 e 8%; e as águas de colónia (eau de cologne) são supersuaves, com fragrância entre 3 e 5%.

Mas qual deles deves escolher? Simples: primeiro tens de decides se prefere fragrâncias suaves ou mais fortes e depois, quanto tempo queres que a fragrância fique fixa na tua pele. Um perfume, normalmente, dura em média 12 horas e a água de colónia, no máximo, seis horas.

 

5 – Onde guardar o teu perfume

Para assegurar a durabilidade do teu perfume, guarde-o num local escuro e fresco, como por exemplo, no guarda-roupa. Lembra-te que o frasco não deve ficar exposto às oscilações de temperatura da casa de banho e nem a nenhum tipo de luz, principalmente a branca, que oxida as notas e altera o seu odor.

 

Já sabes que perfume vais comprar? Conta-nos 😉

Como escolher um drone? 8 dicas para iniciantes e profissionais

Como escolher um drone? 8 dicas para iniciantes e profissionais

Como escolher um drone? 8 dicas para iniciantes e profissionais

És entusiasta de fotografia e vídeo e está cheio de vontade de comprar um drone para voar à procura das melhores imagens aéreas? Apostamos que sim! Mas, antes de comprares um drone, é importante que percebas qual é o melhor modelo para ti, especialmente se for um piloto de primeira viagem ou se está à procura do melhor custo-benefício.

 

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1 – Tipos de drones

Quando falamos em drones, normalmente pensamos em equipamentos caros e com câmaras topo de gama. Embora seja verdade, existem diversas opções no mercado, como os drones de brinquedo e até mesmo os drones profissionais com preços bastantes competitivos. Mas antes de escolheres, saiba o que comporta cada tipo:

 

Drones de brinquedos
Os drones de brinquedos são modelos mais simples e fáceis de controlar, pois são equipamentos leves e com um limite de altura de voo até 30 metros, ou seja, seguro para voar dentro e fora de casa.

Apesar deste tipo de drone ser indicado para crianças, ele acaba por ser uma boa opção para quem está a começar a dar os seus primeiros voos e tem receio de investir em um modelo de valor mais elevado.

 

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Drones profissionais
Os drones profissionais, normalmente maiores, mais pesados e mais caros que os drones de brinquedos são feitos para voar a alturas que permitem fotografias ou vídeos aéreos impressionantes, uma vez que oferecem uma qualidade de imagem entre o HD e o 4K.

 

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2 – Qualidade de imagem

Alguns drones não possuem câmara integrada, portanto: verifica se vale ou não investir num modelo que necessita a compra de uma câmara à parte. Para além disso, a qualidade de gravação é outro fator que pode variar bastante em função do preço e da versão do drone escolhido. Há equipamentos de perfil mais profissional, que possuem câmaras com resolução 4K, suporte ao HDR e formato RAW para fotografia.

No entanto, é possível encontrar alternativas mais simples, com câmaras de resolução Full HD. Embora não atinjam a excelente qualidade do 4K, essas opções também podem ser uma boa alternativa para gravar vídeos de boa qualidade para registar belas imagens.

 

3 – Autonomia

A autonomia é fundamental! Entretanto, tenha a consciência de que, mesmo os drones mais caros do mercado, raramente oferecem carga superior a 25 – 30 minutos de uso. Já os drones mais simples, como os de brinquedo, são ainda mais económicos, sendo adequado apenas para captação de imagens bem mais curtas, como 10 a 15 minutos.

Em alternativa, verifica o tempo de carregamento do drone e opta por ter uma bateria extra!

 

4 – Portabilidade

Se o teu drone será um parceiro inseparável nos passeios e viagens, opta por um modelo que te permita portabilidade! Há drones extremamente compactos e dobráveis, que podem ser facilmente guardados em bolsas específicas e facilmente transportados no interior de uma mochila ou mala comum.

 

5 – Acessórios

Se pretendes dar um up grade no teu drone, prepara-te: a lista de acessórios é vasta! Desde malas a caixas de transporte, baterias extra, comandos de controlo e peças sobresselentes, existem uma variedade de acessórios que podes encontrar para melhor proteger e cuidar do teu drone.

Lembra-te que os acidentes acontecem, seja durante um voo ou na aterragem, e é mais importante prevenir do que remediar. Certo?

 

6 – Modos de voo e recursos de pilotagem

Drones voltados para os menos experientes costumam apresentar modos de voo e manobras predefinidas, o que facilita o controlo na hora de decolar, aterrar, e até mesmo evitar obstáculos em espaços estreitos. Modelos mais acessíveis também podem contar com outros recursos, como seguir automaticamente o piloto ou retornar ao ponto de origem do voo a partir de coordenadas de GPS.

Essas funcionalidades são importantes para quem nunca controlou um drone, pois algumas delas podem facilitar a adaptação e aprendizado, além de dar mais segurança para utilizar o drone.

 

7 – Software

Ansioso para colocar o teu drone a voar? Não sem antes informar-te sobre as instruções de utilização! Os modelos mais avançados possuem uma aplicação para instalação em dispositivos móveis que te podem ajudar na navegação do drone. Assim, também podes armazenar num cartão de memória ou numa “cloud” as imagens que registar durante os teus voos.

Saiba ainda que, dependendo do modelo, os sinais enviados pelo teu drone podem ser de vídeo em direto, e à partida, deve conseguir ver o que a câmara do drone está a filmar no teu smartphone ligado ao comando. O display deve conter informação relevante para o voo como a altitude, o nível da bateria e um mapa da posição do drone no caso de possuir GPS.

 

8 – Cuidados importantes

Para assegurar que faça uso adequado do teu drone, a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) elaborou um regulamento, que te sinaliza as zonas onde é possível voar até 120 metros de altura e também o que deves fazer, caso pretendas voar a altitudes superiores ao que teu drone permite ou durante à noite. Lê o regulamento antes de arriscares voos maiores!

 

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